Olá, pessoas :)

Como a Malie está viajando, eu vim aqui fazer o último post do ano antes que eu também viaje ^^’

Well, 2009 está finalmente acabando, e, assim como eu, eu tenho certeza que você viveram algumas coisas desgradáveis, mas, também, coisas boas e coisas ótimas.

Então, me nome de todas essas lembranças vamos nos despedir desse ano que foi tão marcante por seus vários acontecimentos ao redor do globo e vamos dar as boas vindas a 2010 e desejar que ele seja bem melhor que o ano anterior.

Feliz ano novo, people! :D

Por: Lucas Delfin
Edição: Malie Sandim

Há aproximadamente 10 anos, saia para o bom e velho Game Boy Color os jogos Pokémon Gold & Silver. Os jogos fizeram um tremendo sucesso, adicionando 100 novos monstrinhos à lista, totalizando 251. Tudo se tornou colorido, surgiram novos ataques, novos elementos e a parte mais legal foi que depois de explorar e vencer os oito ginásios e a Elite Four da nova região de Johto, você poderia ir à Kanto (a região onde se passaram os primeiros jogos da franquia) e derrotar mais oito líderes de ginásio e ainda desafiar o incrível treinador Red (equivalente ao Ash Ketchun do anime) e derrotar os mesmos pokémons que ele usava no desenho, só que em níveis bem mais altos. Somando tudo isso, Gold/Silver (e posteriormente Crystal também) se tornaram jogos extremamente duradouros e divertidos, e para mim aquele foi o ápice dos jogos da franquia, já que depois vieram Ruby, Sapphire e Emerald, com pokémons novos e estranhos, e alguns anos depois, Diamond, Pearl e Platinum, com mais pokémons novos e mais estranhos ainda.

E agora, uma década mais tarde, as orações dos fãs de Pokémon são atendidas, e a Nintendo lança um remake (uma versão atualizada, como se fosse uma releitura) de Pokémon Gold & Silver, que atendem pelos nomes Pokémon HeartGold & SoulSilver. Os jogos já foram lançados em setembro de 2009 no Japão mas as versões americanas só saem em fevereiro de 2010, para o desespero dos fãs. São, como eu disse, um remake de Gold & Silver, mas com muitas novidades. Além de ter agora todos os quase 500 pokémons existentes, você poderá capturar muitos lendários (mesmo os que não pertenceriam à Gold & Silver), transferir pokémons de jogos de Game Boy Advance pelo slot 2 do DS (não possível no DSi), os controles como acesso à menus são feitos pela tela de toque, você pode ter um pokémon te seguindo (assim como Pikachu te seguia em Pokémon Yellow) e mais um monte de mudanças muito interessantes.

Mas algo que merece destaque é o acessório PokéWalker. Um pequeno aparelho inspirado numa pokébola com uma tela e três botões que vem na caixa de ambas as versões. Trata-se de um podômetro, e a medida que você anda com ele, seu pokémon (o PokéWalker pode guardar até três monstrinhos ao mesmo tempo) vai ganhar experiência e o aparelho vai ganhar “watts”, para liberar novas áreas. Você poderá batalhar (num sistema mais simples onde você apenas ataca e esquiva), encontrar, enviar e receber itens através do infravermelho do aparelho (que é usado para passar os monstrinhos do PokéWalker para o DS e vice-e-versa) e talvez levar Pokémon à um novo nível de interação, já que os mais fanáticos vão estar com o aparelho no bolso ou pendurado em alguma parte do corpo o tempo todo.

Tudo indica que HeartGold e SoulSilver serão os melhores jogos da franquia de todos os tempos. Se serão os últimos, ninguém sabe, mas uma coisa é certa: vai ter muito marmanjo com aquele brilho de nostalgia nos olhos.

Título incompleto, mas eu completo aqui. Bem, vamos começar com uma historinha.

Era uma vez uma adolescente que está passando uns dias na casa dos tios com a irmã caçula, e essa irmã e sua prima alugaram alguns filmes de terror e foram assistir, bem, após ouvir elas gritarem várias vezes, a citada adolescente foi até o quarto, elas estavam assistindo a um dos filmes, a adolescente ficou assistiu uma parte e depois saiu. Quando as duas meninas estavam assistindo o segundo filme e gritando histéricamente, a adolescente foi ver novamente e bem… A história de ambos os filmes eram basicamente a mesma, assim como filme de terror. É por isso que os filmes de terror são tão clichês.

Quer dizer, na maioria desses filmes há um espírito atrás de zoar com algum infeliz ou atrás que ele descubra como libertá-lo. Também há algum maníaco que quer assassinar um outro infeliz, ou existe algum monstro que quer assassinar um infeliz e sua família e o resto da cidade.

Ok, eu sei eu posso estar generalizando, já eu não assisti todos os filmes de terror que existe, mas, come on, vai dizer que a maioria dos filmes que vocês assistiram não tinha algo do tipo? Fantasmas? Típico. Serial killers? Típico. Vampiros, Lobisomens, demônios e etc.? Típico. Animais assassinos? Típico. ( E o pior de todos, na minha opinião ._.)

Mas vamos encarar os fatos, apesar de sabermos que haverá o mocinho que fará de tudo para salvar a namorada ou a família e que o ser maligno será derrotado no final, alguns de nós ainda morremos de medo quando assistimos a esses filmes.

Hey, there! Meu primeiro post aqui, hehe *-*

Well, vou começar com um post especial, dedicado a minha amiga Malie, que hoje completa seus dezesseis aninhos. :)

Eu sei que ela detesta comemorar o aniversário, já que ela tem medo de envelhecer – Embora isso seja inevitável. -, mas como moramos em lugares bem diferentes e eu não posso parabenizá-la pessoalmente, esse blog será um dos meus recursos. :)

Ok, muita gente detesta a data do aniversário e geralmente não gosta de comemorá-la, mas, para mim, é uma data maravilhosa em que podemos passar o dia com nossos amigos sendo o centro das atenções. É um dia para nos divertirmos e comemorarmos mais um ano entre as pessoas que amamos e confirmando que somos especiais para essas pessoas.

Então, Malena, hoje é seu dia e eu quero que o aproveite da melhor maneira possível. Você está ficando velha? Está sim, mas com a idade vem a sabedoria, certo? Então envelhecer também é uma dádiva!

Happy birthday, Malie!

Título super clichê, mas está valendo. Eu sempre vejo esse tipo de post em vários blogs que acompanho, então meio que decidi fazer o mesmo com o melhor livro de todos os tempos (em minha opinião, é claro). Então, com a cópia de City of Bones na minha mão, fui pesquisando o porquê de gostar tanto desse livro e que partes eu mais gostava. E encontrei 10 razões para lê-lo!

Confira ai minha listinha:

1 ) Todos adoram sobrenatural, certo? E o que menos falta em City of Bones (e toda a trilogia de Mortal Instruments, conseqüentemente) é ficção em seu lado mais obscuro. Vampiros, lobisomens, caçadores, bruxos, fadas… Tudo isso em uma mistura perfeita com pitadas emocionantes de aventura e romance. Só por ai já é um livro muito sedutor.

2 ) As FangFans (nossas queridas amantes de vampiros) tem Edward Cullen, Lestat, Damon e Eric, mas CoB tem Jace Wayland. E posso dizer, queridas, só ele convenceria a qualquer uma a ler a trilogia inteira e tornar a ler apenas para rir léguas com as frases irônicas e cobertas de um humor quase negro do meu loiro favorito. Nosso queridíssimo Jace  (loiríssimo, olhos deslumbrantemente dourados e um físico de dar inveja a qualquer um) além de ter seu lado misterioso e salpicado de trevas ocultas, é um caçador de não-humanos bem ao estilo de um Van Helsing do século XXI: sexy, totally gorgeous e desinibido. Vai dizer, quem não gostaria de um Jace em sua vida?

3 ) Para quem não é acostumado ao sobrenatural, pode levar um susto quando descobre que CoB na verdade trás muito além de vampirinhos ou metamorfos felizes, e é claro que estou falando de demônios. Mas não se deixe enganar, não estamos falando de rituais satânicos góticos e medonhos de filmes de terror não, estamos falando de seres das trevas que aparecem apenas para fazer Shadowhunters (Caçadores das Sombras, em português) aparecerem com suas tatuagens sexys e espadas super delirantes. O que quero dizer, amigas, é que sem nossos amigos demônios — que dão um charme todo ao enredo — trazem o lado mais lúgubre, e porque não, atraente de nossos Shadowhunters favoritos, Jace Wayland *suspiro”, Alec e Isabelle Lightwood e Clary Fray.

4 ) Só com os três quesitos anteriores seriam o suficiente para fazer com que eu gritasse histericamente por esse livro, mas não paramos por aqui. Vamos falar de vilões. Harry Potter tem o incansável e maligno Voldemort, Twilight tem os irrevogáveis Volturi, e para completar nossa listinha de vilões com V maiúsculo, CoB tem Valentine. Com seu ar de superioridade, artimanhas pra lá de demoníacas e um passado que estranhamente envolve total a vida da pobre principal, Clary Fray, nosso amiguinho Valentine assombra todos os livros da trilogia. Sua mente sádica, capaz de matar seu próprio filho por o que chama de “bem maior”, fará com que cada página de CoB dê um friozinho em sua barriga para saber o que diabos Valentine irá fazer. Um vilão completo com uma aura negra a sua volta é tudo o que precisávamos para temer durante horas a fio em uma ótima leitura.

5 ) Tenho que admitir, na maior parte do tempo me apaixono por personagens secundários, e conheço muita gente igual a mim. Para vocês, que como eu, tem uma crush por esses personagens, vou narrar o que você pode esperar. O que quero dizer é que em CoB, personagens secundários totalmente gamantes é o que não falta. Desde o tipo encabulado de Alec, até o mais extravagante warlock Magnus Bane, damos uma viagem por estereótipos de diferentes tipos e variados. Bruxos gays, lobisomens donos de livrarias, vampiros que moram em um hotel e dirigem motos voadoras, patricinhas capazes de arrancar sua cabeça fora e melhores amigos nerds. Não há como se entediar com um enredo tão diversificado, não quando você espera por cada aparição marcante de Magnus ou as frases sábias de Luke.

6 ) Todo livro tem um autor por trás, isso é óbvio. Mas vamos falar dos talentos irreverentes de Cassandra Clare. Confesso que CoB foi o primeiro trabalho escrito que li de (carinhosamente chamada) Cassie; mas depois de ler esse livro, não consegui mais parar. Além de segui-la no Twitter, reservo várias horas de meus dias para acompanhar e-mails, sugestões e etc., que as fãs dão a ela. E vou te dizer, ela tem uma lábia de dar inveja. Tudo bem, vamos lá. Se você é uma devota de fanfictions, pode sem querer ter ouvido falar da famosa trilogia Draco Dormiens, onde com muito humor, Cassie conta uma vida paralela para Draco Malfoy. É a fanfic mais inteligente que tive o prazer de ler, além de me fazer rir léguas durante horas a fio, o que mostra a paciência e devoção que essa escritora tem pelo hábito de escrever. E isso é indiscutível. Cassie é sem dúvida, uma honrosa autora.

7 ) Não gosta de ler livros pequenos? Pois bem, CoB está longe de ser pequeno. Com seus mais de quinhentas páginas, é capaz de saciar o leitor mais ávido.

8 ) Tem uma queda por romances impossíveis? Porque forbidden love é o que menos falta aqui. Irmãs que descobrem amar o irmão, um Shadowhunter que ama um Downworlder (os não-humanos, sem tradução ainda para português) do mesmo sexo, melhor amigo que ama a melhor amiga sem ser correspondido. Já deu para entender que amor em CoB está longe de ser fácil.

9 ) Já sonhou em viajar para os EUA? Que tal um inesquecível tour por Nova Iorque? Em City of Bones, você irá passar pelos pontos mais conhecidos da cidade cartão-postal do nosso país favorito.

10 ) E por último, mas não menos importante, quem nunca se imaginou entrando em uma boate e saindo como testemunha de um assassinato cometido por três adolescentes? É, minha cara, bem vinda a vida de Clary Fray, porque, rodeada de todo um mundo que jamais pensou existir, ela ainda tem de enfrentar todas as dificuldades de ser adolescente hoje em dia. E se nessa sopa de letrinhas recheada de novidades mórbidas, ainda tiver o sedutor Jace no meio, você vai descobrir que a vida de Clary nunca foi tão complicada.

E é isso, se essas dez razões não te convenceram, nem Raziel consegue. Não se esqueçam que o livro lança aqui no Brasil ano que vem pela Editora Record. Não deixem de conferir no site da editora os lançamentos para ficar por dentro de quando o melhor livro do mundo vai sair nas bancas tupiniquins. Quando eu puder, trarei novidades da saga para vocês.

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CIDADE DOS OSSOS, Cassandra Clare (Editora Record, Março de 2010)

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